É a estrutura que conversamos hoje: uma carta de crédito de R$ 100.000,00, uma contemplação, uma decisão — e um jeito de replicar a operação até virar patrimônio de verdade, imóvel após imóvel.
Enquanto a carta não é contemplada, a parcela roda reduzida — bem abaixo do valor cheio, justamente pra fazer sentido no bolso enquanto o crédito ainda não está liberado.
A contemplação acontece por sorteio ou lance — não tem parcela fixa nem data garantida, pode vir antes ou bem depois. Pra explicar como a conta funciona, vamos usar a parcela 10 só como exemplo, não como promessa ou previsão de quando a sua carta será contemplada.
Todo mês a carta concorre — por sorteio e por lance (ver capítulo 05) — e a contemplação pode acontecer em qualquer uma dessas rodadas. Neste exemplo hipotético, ela aconteceria na parcela 10: a partir daí, os R$ 100.000,00 de crédito estariam liberados pra usar.
A Ademicon oferece comprar a carta de volta. Foi aqui que Carlos escolheu não vender.
Com o aluguel pagando a parcela, sobra fôlego pra fazer de novo: uma nova carta, uma nova contemplação, um novo imóvel. Em 5 a 10 anos, isso deixa de ser "uma carta de crédito" e vira uma carteira de patrimônio.
Quem quer acelerar esse relógio pode contratar de 5 a 10 cartas de R$ 100.000,00 ao mesmo tempo — mais posições no grupo significam mais chances de contemplação por mês, não só uma. Cada carta dá em torno de 15 chances de contemplação por mês (somando sorteio e lances) — com 5 cartas ativas ao mesmo tempo, isso já soma cerca de 75 chances por mês trabalhando a seu favor.
Ninguém depende só da sorte — existem três formas diferentes de antecipar a contemplação, ativadas quando fizer sentido.
Usa parte do próprio crédito da carta como lance — sem tirar dinheiro extra do bolso.
Embutido de 25% somado a um valor livre por fora, definido por Carlos.
Um valor 100% definido por Carlos, sem porcentagem embutida.
A mesma lógica de alavancagem do imóvel funciona com carro. Quando a carta for contemplada — de novo, sem data garantida, por sorteio ou lance — o crédito compra o veículo, e o próprio carro passa a se pagar rodando.
Quando for contemplado, com o crédito em mãos, a ideia é comprar o veículo e colocá-lo rodando por aplicativo (Uber) em regime de locação. Uma locação de carro de aplicativo rende, em média, cerca de R$ 720,00 por semana — o que dá aproximadamente R$ 2.280,00 por mês (é uma média de mercado, não um valor garantido).
Esses R$ 589,00/mês sobram pra ajudar a pagar a parcela reduzida de uma segunda carta, começando a montar uma frota. É o mesmo princípio de réplica do capítulo 04, só que em vez de imóveis, cada veículo se paga rodando e financia o próximo.